Recentemente, eu passei por uma situação um tanto inusitada na minha vida e achei que seria interessante relatar a experiência, aprendizados e percepções, porque envolveu bastante coisa. Já dando um spoiler do final da história: eu levei o primeiro, mas não surpreendente, migué de um homem. Tudo começou há um tempo atrás, quando comecei a alimentar uma amizade com um cara que frequenta um mesmo ambiente que eu. Aquela história toda de termos assuntos em comum, gostarmos das mesmas coisas e ele ser bastante carismático e até bastante charmoso. Ele também é mais velho do que eu. Um belo dia, ele me chamou para tomar um café no final da tarde, mas não moveu um dedo para escolher a cafeteria. Como eu nunca tinha ido ao Starbucks, achei que seria legal ir conversar num calor de 40 graus junto de um café superfaturado. Pra piorar, quando chegamos lá, as bebidas geladas estavam esgotadas, mas pedimos mesmo assim. A conversa foi mais ou menos. Não lembro dele fazer muitas perguntas sobre mim, ...
Eu sempre ouvi que se você decide (e consegue) trabalhar com aquilo que gosta, acaba não gostando mais em algum momento. Aquilo que antes era interessante, que era um hobby, se torna sinônimo de cobrança e estresse. Quando entrei na minha área foi simplesmente por um motivo como esse: programar era legal. Hoje em dia, se penso em mexer com código fora do ambiente de trabalho bate uma preguiça e falta de vontade, até mesmo quando envolve em mexer no layout aqui do blog. Confesso que deixei meu TCC da faculdade a nível de protótipo justamente por isso. Eu não tenho mais saco para desenvolver algo no meu pouco tempo livre. Atualmente, eu acabo atuando muito mais em desenvolvimento, mas não porque é algo que gosto de fazer, foram as oportunidades que tive. No meu último estágio pude atuar em uma área um pouco diferente, mais focado em infraestrutura. Gostei bastante e até me interessei pelas certificações. No entanto, meu estágio acabou e não tinha espaço para continuar ali naquele momento...