Eu sempre ouvi que se você decide (e consegue) trabalhar com aquilo que gosta, acaba não gostando mais em algum momento. Aquilo que antes era interessante, que era um hobby, se torna sinônimo de cobrança e estresse. Quando entrei na minha área foi simplesmente por um motivo como esse: programar era legal. Hoje em dia, se penso em mexer com código fora do ambiente de trabalho bate uma preguiça e falta de vontade, até mesmo quando envolve em mexer no layout aqui do blog. Confesso que deixei meu TCC da faculdade a nível de protótipo justamente por isso. Eu não tenho mais saco para desenvolver algo no meu pouco tempo livre. Atualmente, eu acabo atuando muito mais em desenvolvimento, mas não porque é algo que gosto de fazer, foram as oportunidades que tive. No meu último estágio pude atuar em uma área um pouco diferente, mais focado em infraestrutura. Gostei bastante e até me interessei pelas certificações. No entanto, meu estágio acabou e não tinha espaço para continuar ali naquele momento...
Diante de tanto caos na vida (inclusive feliz 2026), a minha vida fica bastante travada devido à ansiedade. Em pouco tempo, eu já pude sentir: meu cérebro estava começando a ficar lisinho. Como assim lisinho? Atrofiando, emburrecendo (?). Como se estivesse fazendo assim com ele: Sempre fui o tipo de pessoa que não consegue ficar muito tempo sem novos desafios, sem aprender coisas novas, sem uma rotina que demande pelo menos um pouquinho de mim. Por isso, até quando tenho férias preciso tirar pouco tempo, no máximo uns 15 dias, se não começo a ficar doida da cabeça. E também não sei se é a idade (25 anos), mas às vezes me sinto meio burrinha, que não sei muito das coisas e querendo saber muito sobre elas. Do tipo, sinto que não li todos os livros que gostaria de ler, não conheço o nome de todas as constelações ou ainda não ter me tornado poliglota. E o tempo livre para conseguir fazer essas coisas só diminui com a vida adulta. Eu comecei a querer ainda mais me tornar uma pessoa mais ...